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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Mensagem de Natal de D. Manuel Pelino


Ora viva
Transcreve-se a mensagem do senhor bispo para o Natal:
«UM FILHO NOS FOI DADO
 “Um menino nos nasceu um filho nos foi dado” é o anúncio de Natal feito pelo profeta Isaías (século VIII antes de Cristo). Continuamos a repeti-lo ao longo dos séculos pela beleza e actualidade que contém. Uma vida que nasce é sempre motivo de encanto e alegria. Mas o nascimento do “Filho”, anunciado por Isaías numa situação dramática, é a promessa de uma grande mudança: a passagem das trevas à luz, da tristeza à alegria, da guerra à paz (Cf Is 9,1-6).
Encontramos neste anúncio o sentido profundo e genuíno do Natal: Um descendente de David vem iniciar um mundo novo, uma sociedade onde habita a justiça e a paz, onde se pode viver sem medo, com alegria e liberdade. Acreditamos que esta antiga promessa do profeta Isaías se cumpriu em Jesus Cristo. Ele é o verdadeiro Filho de Deus e Filho do homem que nos foi dado como presente. Veio habitar entre nós para nos conduzir na justiça, na solidariedade, na paz e na alegria.
A glória de Deus, a Sua ternura e santidade, resplandece no menino que nasce no presépio, na vida que desabrocha para a plenitude dentro do afecto da família de Nazaré. Maria contempla e guarda no coração o mistério, José cuida do menino e de sua Mãe. O anúncio de Natal está associado à comunhão de amor da família, à profundidade e estabilidade da união familiar. Na simplicidade e pobreza do presépio nós continuamos a contemplar com alegria a glória de Deus no nascimento de Jesus.
São os votos de Natal que apresento aos diocesanos e a todas as pessoas de boa vontade. O Natal é uma promessa orientada para o futuro, para um mundo novo onde habita a paz e a justiça, a fraternidade e a alegria. Cristo, pelo seu nascimento, inaugurou esse mundo novo. Mas a sua realização plena depende da colaboração de todos nós. A partir do presépio procuremos construir o Natal na vida. Vamos, portanto, esforçarmo-nos por nascer de novo, despojando-nos do individualismo, da auto-suficiência, das dependências e comodidades para nos convertermos à sobriedade, à partilha, ao acolhimento, ao amor. Façamos do Natal uma missão. A todos um santo Natal.
 +Manuel Pelino Domingues, Bispo de Santarém
Natal de 2011»

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Feliz Natal



Ora viva:
«A alegria do Natal é, portanto, a alegria das realidades simples e essenciais da vida que resistem ao desgaste do tempo e unem as gerações: da simplicidade que denuncia uma cultura de fachada; da fraternidade que se traduz no acolhimento e no serviço e vence o individualismo; da paz que contraria a agressividade; do dom que renuncia ao egoísmo. O presépio irradia calor humano num tempo árido e fechado: É a alegria que permanece e vence a monotonia e a secura da vida. Procuremos dar o nosso contributo para que seja sempre Natal.»
Da mensagem de Natal do nosso Bispo,
D. Manuel Pelino

O Secretariado da Catequese endereça a todos os  párocos e catequistas os votos de um Santo Natal!

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Mensagem de Natal


Ora viva:
Desejando votos de um Santo Natal, reproduzimos aqui na integra a mensagem de Natal do senhor Bispo, D. Manuel Pelino:
A todos os estimados diocesanos de Santarém desejo um Santo Natal de 2008 e faço votos para que a Natividade de Jesus se torne um programa de vida, um estilo quotidiano! A todos convido a inspirar a forma de viver e de agir pelo espírito de Natal.
1. Cultivar o Natal autêntico
Não é só uma festa. Natal é uma mensagem de fraternidade, de alegria, de paz. Desperta sentimentos e atitudes que nos encantam e que todos desejamos. As pessoas tornam-se próximas umas das outras, procuram o entendimento e a paz, realizam gestos admiráveis de solidariedade; as famílias reúnem-se, fazem-se convívios festivos, as ruas iluminam-se, as casas enfeitam-se. A sociedade parece mais humana, a vida adquire mais encanto.
Somos herdeiros de uma cultura de Natal, criada ao longo de séculos, de grande riqueza humana e espiritual que todos estimamos e podemos salvaguardar. De facto, os valores desta cultura estão ameaçados de esvaziamento, de deformação e de aproveitamentos desviantes. Em vez de lamentar os desvios, demos o nosso contributo para cultivar o autêntico Natal.

2.Viver a espiritualidade do nascimento de Jesus
Procuremos, primeiramente, viver e aprofundar a espiritualidade do Nascimento de Jesus. A alegria, a fraternidade e a paz anunciadas no Natal, têm origem num acontecimento histórico que é a sua garantia e referência permanente e vivificante: “Nasceu-vos hoje, na cidade de David, um Salvador que é Cristo Senhor”. Ele veio habitar no meio de nós para iluminar as nossas trevas e guiar os nossos passos no caminho do amor e da paz. Ele deseja viver connosco e em nós. Se O recebermos, Ele acenderá em nós a esperança e ensinar-nos-á os caminhos da bondade, da justiça, da proximidade e da solidariedade.
O ambiente social de consumismo e materialismo, de vaidade e ganância, de ruído e dispersão não favorecem a vivência da espiritualidade. Mas as pessoas têm necessidade de vida interior, de encontro com o mistério de Deus que é a referência e o alicerce da vida humana. É a espiritualidade que enriquece o coração, fortalece o ânimo para viver com esperança, gera a sabedoria do alto para orientar a existência e promove a vida comunitária. Cultivemos a espiritualidade do Natal, preparando os caminhos do Senhor pela oração e pela meditação, pela escuta orante da Palavra de Deus e pela conversão.

3. Viver o Natal todos os dias
Com a Encarnação de Jesus inaugurou-se uma Nova Aliança, criou-se uma situação nova. Como ensina São Paulo, de quem estamos a celebrar o jubileu bimilenar, Jesus Cristo é o novo Adão que dá início a uma nova humanidade. De facto, veio manifestar-nos a bondade de Deus e o Seu amor para com todos os homens para nos ensinar a renunciar ao mal e a seguir o caminho do amor. O Menino nascido em Belém veio revelar-nos uma nova imagem de Deus e uma nova maneira de entender a pessoa e a sociedade. Gerou uma nova cultura que emerge neste período do Natal. Está ao nosso alcance vivê-la todos os dias. Todos podemos tornar-nos mais próximos e atentos aos outros, mais acolhedores e afáveis, mais disponíveis para servir e amar. Todos podemos comunicar mais alegria e esperança. Todos podemos esforçar-nos mais por fazer do Natal um programa de vida. São os meus votos amigos.

+ Manuel Pelino Domingues, Bispo de Santarém

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Um menino nasceu para nós

Natal transmite a toda a gente uma mensagem de alegria e de esperança: "Manifestou-se uma grande alegria para todo o povo" (Lc 2,10). Este anúncio, feito há dois mil anos aos pastores de Belém, mantém todo o encanto original. Deus fez-se Menino para nós, para viver connosco a aventura humana, numa atitude de radical solidariedade, sobretudo para com os humildes e os frágeis. Ele veio visitar-nos para ser a luz do nosso caminho para a paz, a fraternidade, a esperança e o amor.(...)
A minha mensagem de Natal, caros amigos e diocesanos, é um convite a acolher e interiorizar o exemplo do presépio: É o sinal da pedagogia de Deus que vem até nós em carne humana para nos ensinar que o verdadeiro humanismo, que constitui o encanto do Natal, passa pela simplicidade, pela fraternidade e pela solidariedade. É um apelo à conversão do coração, pois é no coração de cada um que inicia o mundo novo assinalado pelo Menino que nasceu para nós. A todos feliz Natal!

Da mensagem de Natal para este ano
do nosso bispo, D. Manuel Pelino Domingues